A literatura imita o cinema?

Capa A noiva do homem com selo

Muita gente não faz ideia, mas hoje em dia a literatura se parece mais com o cinema do que imaginamos. Livros como Dracula e Frankenstein narravam suas histórias através de cartas trocadas entre os personagens ou até mesmo em anotações feitas pelo protagonista.

Seguindo este estilo de narração, o meu conto "A Noiva do Homem Peixe" inspirado na obra de H.P. Lovecraft e com a presença do antigo Cthulhu usa arquivos policiais e as anotações de uma psicóloga para contar sua aterrorizaste história que tem por objetivo levar o leitor a se perguntar se estamos sozinhos em nossas próprias mentes.

Aproveite que o conto tá de graça somente hoje [06/02/2014].

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E você? O que acha deste tipo de narração? É melhor? É pior? Será que este tipo de narrativa consegue prender mais o leitor, fazer com que ele se sinta na pele do personagem? Ou imaginar cenas cinematográficas é mais claro e dá mais liberdade pra imaginação?

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SINOPSE DE "A NOIVA DO HOMEM PEIXE"

“Ao invés questionar se estamos sozinhos no universo, deveríamos nos perguntar se estamos sozinhos em nossas mentes”

Um estranho arquivo policial finalmente vêm a público depois de alguns meses. Em Itaguá, interior do estado do Rio de Janeiro, um assassinato cercado de mistério choca a população. Uma das envolvidas neste crime bárbaro é uma jovem psicóloga que relata em seu diário uma pesquisa cujo objetivo é investigar o inconsciente coletivo, uma espécie de ligação mental compartilhada por todos os seres humanos. Porém no meio desta busca científica ela se depara com algo que pode fazer com que ela perca sua própria mente.

Do mesmo autor do conto “Um Sonho de Três Noites” ganhador do concurso “O Rastro de Cthulhu”, este conto nos faz mergulhar numa narrativa realista que é apresentada através de arquivos policiais e das provas controversas de um crime sem solução, “A Noiva do Homem Peixe” nos faz mergulhar nas zonas mais abissais da consciência humana e questionar se estamos sozinhos dentro de nossas próprias mentes.

Arte de capa por: M.R. Gotland

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