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"Us" e os Papéis Sociais

Esse texto não tem spoilers.
Hollywood vem aos poucos descobrindo que o protagonismo negro é rentável. O sucesso do próprio predecessor deste filme, Corra (2017), vem ensinando aos cartolas gringos que a pele e as histórias pretas protagonizam lucro a indústria da arte e do entretenimento.

Se antes "restritos" (estenda essas aspas ao infinito) ao rap e outras formas de atuação musical, a negritude vem impondo seu espaço com bom dinheiro, arrebatando multidões para a surpresa dos desavisados que achavam que poderiam manter uma hegemonia eurocêntrica que representa tão pouco no universo artístico que, porque não, deve ser visto como uma forma de registro do pensamento humano e das diversas facetas da nossa sociedade.

Dentro desse contexto é que surge Jordan Peele numa inusitada carreira como diretor de terror. O artista que vem do humor fez o que já se fazia desde que o gênero nasceu: usar o terror para fazer caricaturas das relações sociais que são atravessadas pela ansiedade…

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